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Governo quer emplacar previdência inacessível ao trabalhador

A reforma proposta pelo presidente da República tem compromisso de aprovação da base partidária do governo, com votos mais que suficientes para isso. No caso de aprovação, Oficiais e Eletricistas Mercantes, por exemplo, somente alcançariam o direito de se aposentar com o valor integral pelo INSS depois de comprovarem 49 anos efetivos de contribuição, sem contabilizar períodos de desemprego ou em que não tenha ocorrido contribuição. Isso significaria que esses marítimos teriam de trabalhar embarcados além dos 70 anos de idade, tomando-se por base que comumente a vida profissional é iniciada após os 21 anos de idade, quando são concluídos os estudos. Chegar aos 70 anos embarcado, para usufruir a aposentadoria integral do INSS, passa a ser um milagre, dada a quase impossibilidade, hoje, de um marítimo se manter no mercado de trabalho até essa idade.

 

 


A terceirização empobrece, escraviza, mutila e mata

No setor marítimo, se nada for feito, a terceirização se tornará campo fértil para as empresas de fornecimento de mão de obra, para as falsas cooperativas, para a retirada dos direitos que, por meio de seus Sindicatos, os trabalhadores marítimos têm conquistado. As investidas virão de todos os lados, com oferta de mão de obra marítima de baixo custo e sem garantias sociais. Os empregados terceirizados, enfraquecidos, serão conduzidos a outras representações sindicais, mercantilistas e de fachada, minando o poder de defesa dos direitos dos trabalhadores marítimos que o SINDMAR e outros coirmãos têm hoje.

 

 


Dia da Marinha Mercante

Chegamos ao encerramento do ano de 2016, comemorando o Dia da Marinha Mercante Brasileira. A data de 28 de dezembro decorre do reconhecimento da contribuição do empreendedor Irineu Evangelista de Souza, o Visconde de Mauá, à criação de uma Marinha Mercante nacional forte, visível, significativa para os interesses do Brasil como nação soberana.

 

 


Exploração e Fadiga: Urgência do 1×1 na Transpetro

A atual administração da Transpetro tem explorado os marítimos, ao se isolar na negativa de instituir o regime 1×1. A Transpetro não avança na negociação do 1×1 alegando impossibilidade financeira, mas nega-se a efetivar as mudanças na gestão, na estratégia e nos procedimentos da empresa que poderiam criar as condições que as demais empresas de cabotagem já alcançaram, para garantir o 1×1.

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MAERSK & HAMBURG SÜD – Fusão reduz concorrência e pressiona preços do frete

A compra da Hamburg Süd pela Maersk impactou o nosso setor. Sem dúvida, transformou a Maersk em uma empresa de dimensão que até agora o mundo não havia visto igual. Serão 741 navios e 3,8 milhões de contêineres sendo transportados ao mesmo tempo. Essa quantidade de contêineres equivale a 60% do que o Brasil transporta ao longo de um ano. Seguramente, o mundo inteiro está preocupado com o que vai ocorrer.

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Contra a proposta indecente das empresas do Offshore

Em nome de uma crise que não chegou da forma como nos vendem no setor de marinha mercante, na cabotagem, mas no offshore também, não se justifica que venhamos a reduzir o nosso poder aquisitivo.

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RN 72 e geração de empregos

A RN 72 precisa ser defendida por todos nós. O que você pode fazer para ajudar? Patrulhe, denuncie, nos informe! O SINDMAR assegura o sigilo de quem informa, sempre. Mande-nos a denúncia, indicando a embarcação, a plataforma em que ocorrer o descumprimento. Nós, imediatamente, iremos acionar as autoridades para que seja garantido o atendimento à RN 72, a garantia de emprego de marítimos brasileiros.

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A PEC da Vergonha

A PEC 55/2016 apresenta um método que pode ser chamado de castigo autoimposto, de minar as condições de crescimento, de entregar a conta da aventura para os trabalhadores pagarem, de sabotar as chances de o Brasil ser, como desenhado na Constituição: soberano, forte, próspero e inclusivo.

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